PROJETO ARTCONEXÃO-2008.ALUNOS DO CEF 03 GAMA DF.7ª SÉRIE.LINGUAGEM E TECNOLOGIA.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Os Africanos



Mais de 4,5 milhões de negros foram trazidos da África, como escravos, durante o período do Brasil Colônia, e usados como moeda de troca por produtos nacionais como o pau-brasil, cana-de-açúcar, ouro e café. No sul, a ausência de atividades econômicas de exportação significativas reduziu a presença escrava, que teve um desenvolvimento com a cultura local menos acentuado que o registrado em centros como Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Os negros foram utilizados em trabalhos domésticos nas cidades, como carregadores durante o Ciclo da Erva Mate no Paraná, e como peões nas charqueadas do Rio Grande do Sul e nas armações baleeiras de Santa Catarina. Em troca de alforria, também serviram como linha de frente do Exército Imperial, durante conflitos como a Guerra do Paraguai e a Revolução Farroupilha
Embora dispersa e menos numerosa que no restante do país, a presença negra deixou sua marca na cultura sulina. Se hoje em dia 86% da população da região tem origem européia, em 1767, por exemplo, metade da população de Curitiba era constituída de escravos negros e mulatos. Apesar do predomínio atual das culturas trazidas pelos europeus, a dança do fandango e o tradicional prato do barreado no Paraná, os rituais folclóricos do boi-de-mamão em Santa Catarina e os 60 mil terreiros de religiões afro-brasileiras no Rio Grande do Sul – recorde nacional – são fortes exemplos da importância da influência negra na cultura do Sul do Brasil.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

discriminaçâo "racismo"


.Racismo no Brasil é, no mínimo, uma atitude de ignorância as próprias origens. Qual é o antepassado do “verdadeiro brasileiro”? Indígena (os primeiros povos a habitar a terra do ‘Pau Brasil’)? Os negros (que foram trazidos para trabalhar como escravos e, ainda, serviram de mercadoria para seus senhores)? Os portugueses (que detém o status de descobridores desta terra)? Porém, pode ser a miscigenação de todas as raças
Assim o preconceito o racismo e crime pois voçe está agindo de uma forna brutal
tem tantos negros ai com fome sem comida e nem reclama da vida
ao contrarios de ricos que reclama da vida e quando ver imagens ou ate pesoalmente
e fica se sentindo o tal. os negros de hoje em dia nao e tâo descriminado como antes
mais a verdade e essa.
os negros ainda sâo umilhados
essa e a unica verdade.
Vamos lutar para que isso não aconteça.
LUCAS ANDREWS FERREIRA ALVES. 7 C MATUTINO

Cultura Negra





A capoeira é uma expressão cultural que mistura luta, dança, cultura popular, música. Desenvolvida por escravos africanos trazidos ao Brasil e seus descendentes, é caracterizada por movimentos ágeis e complexos, utilizando os pés, as mãos e elementos ginástico-acrobático. Uma característica que a distingue de outras lutas é o fato de ser acompanhada por música.

A capoeira é uma das primeiras culturas que os negros trouxeram, ela é dançadas até hoje pelas pessoas.

NOME :Guilherme Shandler Nº:11
http://pt.wikipedia.org/wiki/Capoeira

Cultura Negra

Dâmarys Nº.: 7

A cultura negra é respeitar as diferenças, é ter raça,
cultura e identidade própria .
Assim como os brancos são gente os negros também
são.


segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Nome : Márcia Alves .

Zaire africanos


Religião

As religiões seguidas no Zaire são:
Cristianismo (católicos , protestantes , seitas cristãs africanas ), crenças tradicionais , outras 2,1% .



Os Africanos



Mais de 4,5 milhões de negros foram trazidos da África, como escravos, durante o período do Brasil Colônia, e usados como moeda de troca por produtos nacionais como o pau-brasil, cana-de-açúcar, ouro e café. No sul, a ausência de atividades econômicas de exportação significativas reduziu a presença escrava, que teve um desenvolvimento com a cultura local menos acentuado que o registrado em centros como Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Os negros foram utilizados em trabalhos domésticos nas cidades, como carregadores durante o Ciclo da Erva Mate no Paraná, e como peões nas charqueadas do Rio Grande do Sul e nas armações baleeiras de Santa Catarina. Em troca de alforria, também serviram como linha de frente do Exército Imperial, durante conflitos como a Guerra do Paraguai e a Revolução Farroupilha
Embora dispersa e menos numerosa que no restante do país, a presença negra deixou sua marca na cultura sulina. Se hoje em dia 86% da população da região tem origem européia, em 1767, por exemplo, metade da população de Curitiba era constituída de escravos negros e mulatos. Apesar do predomínio atual das culturas trazidas pelos europeus, a dança do fandango e o tradicional prato do barreado no Paraná, os rituais folclóricos do boi-de-mamão em Santa Catarina e os 60 mil terreiros de religiões afro-brasileiras no Rio Grande do Sul – recorde nacional – são fortes exemplos da importância da influência negra na cultura do Sul do Brasil.

zaire

Zaire
Bande
ira

Brasão
Lema nacionalJustice - Paix - Travail

Continente
África
Capital
Kinshasa
Língua oficial
Francês
Governo
República
Presidente
1971-1997
Mobutu Sese Seko
História
• Proclamação da República do Zaire
27 de Outubro de 1971
• Fim da Primeira Guerra do Congo
16 de Maio de 1997
Área
• 1996
2 345 410 km2
População
• 1996 est.
46 498 539
Dens. pop.
19,8/km²
Moeda
Zaire
Zaire (Zaïre em francês), derivado do português) Zaire, originalmente uma má pronúncia do termo kikongo nzere ou nzadi ("o rio que traga todos os rios")[1] foi o nome que adoptou oficialmente a actual República Democrática do Congo entre 27 de Outubro de 1971 e 17 de Maio de 1997. O termo ainda é frequentemente usado para se referir a esse país.
A instabilidade e as revoltas que assolaram o Congo até
1965 culminaram com a tomada do poder por parte do tenente-general Mobutu Sese Seko, à data comandante em chefe do Exército congolês. Mobutu autodeclarou-se presidente por cinco anos e em 1970 consolidou o seu poder ao ser eleito presidente sem oposição. Em 1971 foi adoptado o novo nome do Estado, com a proclamação oficial da República do Zaire. Este nome e os novos símbolos nacionais mantiveram-se até 1996, quando em finais da Primeira Guerra do Congo Mobutu foi derrubado e fugiu do país. Laurent-Désiré Kabila assumiu a presidência e proclamou a República Democrática do Congo.
katarina n 23

domingo, 12 de outubro de 2008

Precoηceitσ ε Diѕсrimiηçãσ

Talyana Manchini Nº.: 40


Precoηceitσ ε Diѕсrimiηaçãσ
No meu ponto de vista, acho que ninguem devia ter preconceito nem
discriminação, porque não importa por a cor, raça ou classe social todos nos somos
iguais , somos um ser "HUMANO" com direitos de viver nossa "VIDA"

Preconceito e Discriminação


Discriminar significa "fazer uma distinção". Existem diversos significados para a palavra, incluindo a discriminação estatística ou a actividade de um circuito chamado discriminador. O significado mais comum, no entanto, tem a ver com a discriminação sociológica: a discriminação social, racial, religiosa, sexual, étnica ou Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos". Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém ao que lhe é diferenteespecista.

A culinária da África


Se alguma vez existiu uma culinária africana, no sentido de típica de todo o continente – o que é pouco provável, devido às suas enormes dimensões, tanto geográficas como humanas – essa culinária perdeu-se ao longo da história. Os africanos, como os povos dos restantes continentes, receberam “frutos” de todo o mundo, que incorporaram na sua dieta, assim como as próprias técnicas culinárias.
Se quisermos encontrar algum fator comum na alimentação dos africanos, temos primeiro que dividir o continente em duas regiões:
o norte da África, onde se tornou habitual o cultivo do trigo (incluindo a Etiópia e o norte do sudão) – esta culinária é desenvolvida na culinária mediterrânica – e
a África subsaariana onde, em geral, não é o trigo, mas outros vegetais farináceos que constituem a base da alimentação – é desta região que o presente artigo se debruça.
Ao contrário do norte de África, onde a base da alimentação é uma espécie de pão, na África subsaariana tradicionalmente é uma massa cozida em água que acompanha – ou é acompanhada – por diferentes guisados e grelhados. No entanto, o arroz e a batata aclimataram-se bem em várias regiões de África e atualmente pode dizer-se que metade das refeições têm estes vegetais como fonte de energia.